Em uma entrevista concedida em 12 de outubro de 1996, aos 83 anos de idade, Francisco Alves Ferreira Junior relembra sua infância, o abandono dos estudos para trabalhar na chácara e a busca por um ofício de marceneiro. A vinda para São Paulo, sua entrada no Sindicato até sua dissolução em 1964 e o racismo envolvido nas relações trabalhistas e sociais.
Confira a entrevista completa no acervo do Museu
Edição:
Adriano Santos
Minibio:
Sou Adriano Santos, graduando do 6º período em Produção Cultural pelo IFRJ/Nilópolis. Junto ao coletivo BaixadaCine fizemos a Oficina Cinema de Periferia, o curta ”LGBaixadaT”, fiz produção executiva e edição do curta “Da Casinha Para a Vida” e assistência de produção do curta “Tudo Vai Ficar Bem”. No momento estou na assistência de produção do documentário em longa-metragem “Meu Nome é União”.